Modo de vida do cavaleiro
Rui Fernandes, nasceu num ambiente de aficionados. O avô e o pai sempre tiveram cavalos e ele, desde muito novo, os acompanhou para as corridas. Mais tarde o pai construiu um picadeiro na quinta e os mestres que lá passavam acabaram por influenciar Rui para a arte da equitação "Aprendi muito com toda esta gente" refere o cavaleiro.
O pai não encarou a ideia de Rui ser cavaleiro com facilidade. A profissão requer muito trabalho e sacrifício. São dias inteiros, sem horários, dedicados à profissão para que seja possível criar novos passos, novos bailados do cavalo, novas artes. "Temos que nos deitar a pensar nisto, temos que nos levantar a pensar nisto", admite.
Num meio em que os consagrados olham os mais novos com algum receio, Rui Fernandes consegue um bom relacionamento com todos. Por esse motivo aprende com todos eles, mesmo nos maus momentos. Não se deixa influenciar pelo estilo dos colegas. "Tenho de fazer um toureio de pôr as pessoas com medo e fazer coisas bonitas com o cavalo à volta do touro".
A quinta vive deste relacionamentodo homem com os animais. Também ali vivem touros."É preciso estar muito por dentro disto e quando se gosta não se consegue parar de gostar!.
Rui Fernandes está bem acompanhado. A família e os seus trabalhadores dão-lhe o apoio que precisa. Mas, mesmo a conversar o seu espírito está lá fora a pensar nos cavalos.
Rui Fernandes conta fazer 40 ou 50 de carreira. Não comenta os valores monetários da profissão.
Rui Fernandes terminou mais um dia de trabalho, mas, na sua cabeça permanecem imagens de faienas e novas lides à volta dos touros, montando os seus cavalos.

1 Comments:
adoro este CAVALEIRO...
não so porque é lindo, mas também porque para a sua idade é um grande cavaleiro tauromáquico...
sou uma aficionada das festa brava e amo a sua forma de taurear...
e o principe das arenas tem um sorriso...
bjo e muito sucesso
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